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+SOMA . SUA DOSE DIÁRIA DE CULTURA INDEPENDENTE - Home


  • Espaço +Soma: Abertura da exposição Entre (Outros) na sexta, show de Milocovik no sábado

    <font>A vernissage da segunda edição da mostra Entre (Outros) vai rolar nesta sexta, 10, durante o happy hour do Espaço +Soma. A coletiva traça um panorama da produção artística de jovens brasileiros e apresenta as melhores obras produzidas por eles em 2010. A exposição reúne 20 artistas, de várias cidades brasileiras, que já estiveram ou estarão nas páginas da revista.

    A trilha sonora da noite fica por conta de Akin, um dos criadores da tradicional festa Chaka Hotnightz, que recentemente completou seis anos. O DJ gosta de mesclar diferentes sonoridade em um mesmo set, seguindo uma linha não-convencional que vai do jazz ao afrobeat, passando pelo indie rock, dubstep e rap.
    </font>

    <font>Mostra Entre (Outros)</font> . 2 edição
    <font>Data: 10.09.10 – Sexta
    Horário: 20h
    Entrada . Gratuita
    Apoios Nike Sportswear e Pintar

    11 . 09. 2010 Show de Milocovik

    A banda de rock Milocovik toca no Espaço +Soma neste sábado, 11. Formada pelos quatro amigos Toni (vocal/guitarra), Gus (baixo), Tonini (bateria) e Claudio (guitarra), a música deles dispensa os elementos eletrônicos, tão usados no rock atual, e aposta na simplicidade. O resultado é um rock orgânico, divertido e perfeito para ser tocado em fest, sem desbancar para clichês pop. O show deles mantém essa atmosfera densa e descontraída e costuma conquistar a plateia do começo ao fim.

    Data: 11.09.10 – Sábado
    Horário: 20h
    Entrada . R$ 15 ou R$ 10 (lista)

    Espaço +Soma (Espaço Cultural/Loja/Café)
    Rua Fidalga 98 - Vila Madalena - São Paulo - SP
    Informações - info@maissoma.com / 11 3031.7945
    Terça a quinta-feira das 12h as 20h
    Sextas e sábados das 12h a 0h
    Aceitamos cartões da Redecard. </font>



  • Top 5: Lulina

     foto: Sameul Esteves - Divulgação

     <font>Meiguice e esquisitice com alguns toques de sarcasmo. Em poucas palavras, isso é o que caracteriza a música de Lulina. Nascida em Recife e criada em Olinda, ela passou batido pelo manguebeat. Enquanto Chico Science ganhava fama e reconhecimento pela fusão de rock e maracatu, a então adolescente Lulina ficava trancada em seu quarto lendo e compondo canções ao violão. No lugar do som pesado das alfaias, vocais sussurrados.

    Entrou para a faculdade de publicidade, montou uma banda com os amigos e, em 2001, começou a gravar discos caseiros e a disponibilizá-los gratuitamente pela Internet. Em 2009 e já radicada em São Paulo (cidade em que seu estilo musical foi melhor recebido), ela lançou seu primeiro disco em esquema profissional, Cristalina, e caiu no gosto do público e da imprensa musical. Lulina compartilhou com a +Soma suas inspirações, influências e dicas culturais.  


    5 músicas com letras engraçadas/esquisitas</font>

    <font>"História Difícil" . Pereira Costa / Vítor Santos</font>

    <font>"Baby Consuelo" . Novos Baianos</font>

    <font>"Frevo Mulher" . Zé Ramalho</font>

    <font>"Kilario" . Di Melo</font>

    <font>"Apanhei um resfriado" . Leonel Azevedo</font>

     

    <font>5 discos pop</font>

    <font>"Nevermind" . Nirvana  </font>

    <font>"Racional" . Tim Maia </font>

    <font>"Tábua de Esmeralda" .  Jorge Ben </font>

    <font>"Fruto Proibido" . Rita Lee e Tutti Frutti</font>

    <font>"História do Brasil" . Sarajan </font>

     

    <font>5 discos de cantoras</font>

    <font>"Chelsea Girl" . Nico</font>

    <font>"Moonpix" . Cat Power </font>

    <font>"Blow up" .  Rita Lee</font>

    <font>"A rainha Ademilde e seus chorões maravilhosos" . Ademilde Fonseca</font>

    <font>"Have one on me" . Joanna Newsom </font>

     

    <font>5 sites/blogs de música </font>

    <font>Vitrola do Zé: <u>vitroladoze.blogspot.com </u></font>

    <font>Trabalho Sujo: <u>www.oesquema.com.br/trabalhosujo</u></font>

    <font>?Scream & Yell: <u>www.screamyell.com.br</u></font>

    <font>?Suppaduppa: <u>suppaduppa.mtv.uol.com.br/inicial</u></font>

    <font>Groveshark: <u>www.groveshark.com</u></font>

     

    <font>5 melhores shows que você viu </font>

    <font>Bill Callaham (São Paulo/2009)</font>

    <font>The Hive Dwellers (Olympia/2010)</font>

    <font>Sonic Youth (São Paulo/2005)</font>

    <font>Belle and Sebastian (São Paulo/2002)</font>

    <font>Franz Ferdinand (Glasgow/2007 </font>

     

    <font>5 lugares para escutar boa música em Recife </font>

    <font>Nossa Senhora dos Grudes, no Bar Largura, em Casa Forte</font>

    <font>Casa de Seu Jorge, no Rosarinho</font>

    <font>Iraq</font>

    <font>Espaço MUDA</font>

    <font>Casa de Mad</font>

     

    <font>5 coisas que te inspiram </font>

    <font>Cerveja gelada</font>

    <font>Pão quentinho da padaria, com manteiga</font>

    <font>Programas de TV sobre astronomia</font>

    <font>Bons livros</font>

    <font>Praia</font>

     

    <font>5 livros de ufologia </font>

    <font>"A história dos discos voadores" . Brinsley Le Poer Trench</font>

    <font>"Os discos voadores e a Teoria da Relatividade do Dr. Einstein, de 1957 a 1969" . Hernani Ebecken de Araújo</font>

    <font>"As crônicas marcianas" . Ray Bradbury</font>

    <font>"SCHWA" . World Operations Manual</font>

    <font>"Strange Northwest" . Chris Bader</font>

     

    <font>5 escritores que você admira </font>

    <font>Dostoievski</font>

    <font>David Foster Wallace</font>

    <font>Daníil Kharms</font>

    <font>Philip Roth</font>

    <font>Roberto Bolaño</font>

     

    <font>5 melhores seriados japoneses</font>

    <font>Changeman</font>

    <font>Jaspion</font>

    <font>Speed Racer</font>

    <font>National Kid</font>

    <font>Goldar</font>

     

    <font>5 melhores jogos de vídeo-game atuais</font>

    <font>Iço . PS2</font>

    <font>Katamary Damacy . PS2</font>

    <font>God of War . PS3</font>

    <font>Mario Kart . Wii</font>

    <font>Street Fighter II . Super Nintendo (para mim ainda é atual e insuperável)</font>



  • Conexão Vivo Abre Edital Para Projetos Culturais

    <font>O Conexão Vivo é um dos mais recentes e bem sucedidos projetos de mecenato para projetos culturais no Brasil. Entre 1º e 20 de setembro de 2010, o edital recebe novos projetos de todo país. Estão aptos a cadastrar projetos produtores culturais que tenham projetos inscritos ou já aprovados em estados que possuam Leis Estaduais de Incentivo à Cultura – LEIC, que prevejam captação de recursos por meio de empresas privadas. Os estados abrangidos pelo edital são: Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Roraima.

    Serão financiados projetos de pequeno e médio porte, sendo os primeiros com orçamento total inferior ou igual a R$ 100 mil, e os de médio porte com investimento total anual até R$ 500 mil reais, incluindo recursos incentivados e contrapartidas obrigatórias.

    Estados sem LEIC


    O edital seleciona também projetos não aprovados nas LEIC ou empreendidos em estados que não possuem tais leis. As propostas enviadas nessas condições formarão um banco de iniciativas que serão analisadas e incorporadas ao Programa Conexão Vivo, a depender da disponibilidade orçamentária e decisão estratégica da Equipe Gestora do Conexão Vivo.  

    Mais informações em <u>www.conexaovivo.com.br/editais</u>
    </font>

     

    Por Mateus Potumati em 3 de setembro de 2010



  • +Obras Primas: “Hell” versus “Back From Hell”, Por Pedro Pinhel

    (Obras Primas publicada na +Soma 18/Jul-Ago 2010. Baixe <u>aqui</u> ou descubra <u>aqui</u> onde conseguir uma.)   

     

    <font>Obras Primas </font>

     <font>Por Pedro Pinhel

    “Hell” versus “Back From Hell”

    Dois LPs para incendiar qualquer sistema de som, “Hell” e “Back From Hell” têm muito mais em comum do que apenas os nomes. Ambos representam os últimos lampejos de genialidade – e não de criatividade, compreenda – de James Brown e Run-DMC. Se em 1974 James Brown ainda punha fogo em espetaculares jam sessions com os J.B.’s e gravava uma média de dois discos por ano (!), encontrando tempo e disposição para se apresentar do Apollo Theater ao Zaire, o trio do Run-DMC mostrava que ainda tinha muita lenha pra queimar em 1990; ao contrário do famoso crossover rock versus rap que os projetou e perdeu espaço após o clássico “Raising Hell” (1986), os MCs Run e DMC e o DJ Jam Master Jay (RIP) pareciam ter recuperado o fôlego numa insinuante mistura de new jack swing e do hardcore/gangsta hip-hop produzido na virada da década. Hell yeah!

    James Brown . “Hell” (Polydor, 1974)</font>

    <font>Muito pode se debater quando o assunto é ao bra do mestre James Brown, e dizer que “Hell” é o último lampejo de genialidade do Godfather poderá causar a ira de centenas de equipes de som e puristas de todo o planeta Terra e região, mas o fato é que a produção de JB perdeu muita consistência após 74 – ano  que marcou ainda o lançamento do ótimo “Reality”. Concebido como um álbum duplo, o disco é visto por muitos como o auge do período mais criativo da carreira do Ministro do Super Heavy Funk. Cada faixa aqui começa com o soar de um gongo, ao melhor estilo kung-fu, e o carro-chefe de “Hell” é a sampleadíssima “Papa Don’t Take No Mess”, uma pérola do jazz-funk que vale cada um de seus treze minutos de execução. </font>

    <font>As belíssimas “These Foolish Things”, “A Man Has To Go Back To The Crossroards” e “Sometime” fazem parte do catálogo das melhores baladas de James Brown – um hábito muito comum à época, em que um dos lados do LP era inteiramente composto por canções ao melhor estilo mela-cueca. “Hell” é também um microcosmo de tudo o que se tentou produzir nos EUA, e em todo o mundo, em termos de música funk de altíssima qualidade, definindo o padrão de produção do gênero a partir de então. O legado da fase áurea da produção funk de James Brown é incomparável na história da música contemporânea. Após um período de produções menos impactantes durante a segunda metade da década de 70, muito em função da chegada da disco music e da substituição gradual de bandas como The J.B.’s por sintetizadores e drum machines, The Hardest Working Man In Showbiz iria ainda ressurgir do inferno na metade da década seguinte com o clássico “Living In America”, mas aí nós descambaríamos para Rocky IV e você perderia o fio da meada.

    Run DMC . “Back From Hell” (Arista, 1990)</font>

    <font>Dizer que “Back From Hell” é o ultimo grande disco do trio de rap mais folclórico da velha guarda também poderá ofender o pessoal que representa e afirma por aí que a rua é nóis, já que seu sucessor, “Down With The King”, de 93, também teve considerável sucesso comercial. Mas o fato é que a levada new jack/bounce de “Back From Hell” é conceitualmente mais interessante e envolvente do que a tentativa de réplica da atitude e a da música gangsta que marcaram “Down With The King”. O estilo que dominava o gênero no início da década de 90 tinha no quinteto NWA seu maior expoente e, embora o Run-DMC tivesse feito muito bem a lição de casa, o disco não passava de uma cópia sem criatividade, apesar de bem produzida, do som do momento – até porque o discurso do Run-DMC era bem menos agressivo e ofensivo.</font>

    <font> “Back From Hell”, por sua vez, apesar de não ser o maior trabalho da carreira de Joseph “Run” Simmons, Darryl “DMC” McDaniels e Jam Master Jay, apenas comprova a longevidade da carreira dos rappers do Queens (NY), que souberam se adaptar aos vários períodos e estilos do hip-hop desde sua primeira fase, no início dos anos 80, marcada por singles, beats e timbres simples e secos, até a fase hardcore/gangsta rap do início dos anos 90. Musicalmente, o disco não traz nenhuma grande inovação, mas faixas como “The Ave”, “Bob Your Head” e “Pause” certamente figuram entre os melhores lançamentos do ano em questão. Problemas pessoais enfrentados por Run – acusado de estupro – e de DMC – internado em 91 por alcoolismo – podem parecer incompatíveis com um álbum, cujo título é justamente a saída do inferno, mas no fim ambos os rappers conseguiram sair de seus infernos pessoais e, apoiados por nomes como A Tribe Called Quest, EPMD, Public Enemy e Naughty By Nature, seguiram com suas carreiras e fizeram do Run-DMC um dos grupos de maior longevidade da história de um gênero que já assistiu a milhares de ascensões e quedas meteóricas, em seus aproximadamente trinta anos de existência. Hell, DMC!

    </font>



  • Massive Attack Confirma Show no Brasil em Novembro
    <font>Se antes os brasileiros invejavam os verões europeu e estadunidense pela excessiva lista de bandas que se apresentavam por lá em comparação aos escassos shows que aconteciam por aqui. Neste ano o pais virou a mesa e a cada semana os fãs de boa música recebem a notícia de mais um grupo pousando por aqui.

    Quem confirmou hoje duas apresentações em novembro foi o duo britânico de trip-hop Massive Attack. A primeira será em Belo Horizonte, no dia 15 de novembro no Chevrolet Hall, e a segunda noite será em São Paulo, no dia 16 no HSBC Brasil.  Provavelmente, o show será baseado no último e excelente disco “Heligoland”, lançado neste ano e pouco comentado na imprensa especializada em música.

    Os ingressos para o show na capital mineira começam a ser vendidos na sexta, 3. Em São Paulo, os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 13 de setembro. Preparem os bolsos.


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